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Ministério Público informa que Paulo e Eva Curió, além de outros investigados optaram pelo silêncio durante oitivas dos investigados da Operação Tântalo II

Rose Castro 9 de janeiro de 2026 Destaques Sem comentários
Ministério Público informa que Paulo e Eva Curió, além de outros investigados optaram pelo silêncio durante oitivas dos investigados da Operação Tântalo II
O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), encerrou nesta sexta-feira (9) as oitivas dos 21 investigados presos no âmbito da Operação Tântalo II. O que mais chamou a atenção ao longo das audiências foi a postura adotada pela quase totalidade dos investigados, que optaram por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio diante dos promotores de Justiça.

As oitivas tiveram início na segunda-feira (5), quando compareceram à Sala de Depoimentos do Gaeco, acompanhados de advogados, o médico Eustáquio Diego Fabiano Campos; a pregoeira Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira; a chefe do Setor de Compras, Gerusa de Fátima Nogueira Lopes; o contador Wandson Jonath Barros; a ex-vice-prefeita Janaina Soares Lima; e o empresário Marlon de Jesus Arouche Serrão. Na ocasião, a defesa de Clementina solicitou o adiamento do depoimento, remarcado para esta sexta-feira (9).

Na terça-feira (6), estavam previstos os depoimentos do prefeito José Paulo Dantas Silva Neto e da primeira-dama Eva Maria Oliveira Cutrim Dantas, cujas oitivas também foram adiadas a pedido das defesas e realizadas apenas nesta sexta-feira. Já na quarta-feira (7), prestaram depoimento a vice-prefeita Tanya Karla Cardoso Mendes Mendonça e o empresário Hyan Alfredo Araújo Mendonça Silva.

A fase de oitivas prosseguiu na quinta-feira (8), quando 11 vereadores do município foram ouvidos por videoconferência pelos promotores integrantes do Gaeco, na Promotoria de Justiça da Comarca de Santa Helena.

De acordo com o MPMA, apenas Gerusa de Fátima Nogueira Lopes respondeu a algumas perguntas formuladas pelos membros do Gaeco. Todos os demais investigados optaram por não se manifestar, utilizando o direito legal ao silêncio, postura que marcou de forma expressiva esta etapa da investigação.

Com o encerramento das oitivas dos investigados presos, o Gaeco dará continuidade à análise do material apreendido e das provas colhidas a partir das medidas cautelares autorizadas pelo Poder Judiciário. O órgão ministerial também deve ouvir outros investigados e, ao final, concluir o Processo de Investigação Criminal (PIC), com a possibilidade de oferecimento de denúncia.




Tags: Política

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