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Seguindo “conselho” petista, Brandão conversa com Felipe, mas nada avança

Governador foi "aconselhado" por Edinho Silva, presidente nacional do PT, a tentar mais uma vez retomar o diálogo com o vice-governador; a proposta de um acordo que passa pela renúncia de Felipe Camarão não avançou em nada.

Rose Castro 12 de janeiro de 2026 Destaques Sem comentários
Seguindo “conselho” petista, Brandão conversa com Felipe, mas nada avança

ESTADO MAIOR

Segundo palacianos, Brandão procurou Camarão e conversaram em tom amistoso por mensagens (Reprodução)

Os bastidores políticos ficaram agitados com a informação de uma conversa do governador Carlos Brandão (sem partido) e o vice-governador, Felipe Camarão (PT). Apesar de não haver encontro pessoal, os dois trocaram mensagens. Do diálogo, nada avançou. Essa foi a última tentativa para um acordo visando a disputa eleitoral deste ano.

A tentativa de conversa começou ainda em dezembro. O governador Carlos Brandão chamou Felipe Camarão para conversarem no Palácio dos Leões. Por duas vezes, houve ligações para que o encontro pessoal acontecesse, mas não se consolidou.

E a retomada para um diálogo foi feita por “conselho” vindo lá de Brasília. Em conversa por telefone com Brandão, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse ao governador que ele tentasse mais uma vez dialogar com Camrão e tentar fechar um acordo. E assim Carlos Brandão fez.

Como dito mais acima, não houve encontro pessoal. O governador e o vice trocaram mensagens. A conversa foi para um acordo que, segundo os dinistas, somente favorece o próprio Brandão. De novo a tentativa de que Camarão renuncie ao mandato e assim teria o apoio do Palácio dos Leões para uma candidatura a deputado federal.

E de novo Felipe Camarão disse que não renuncia. Foi tudo em um tom amistoso, disseram os palacianos.

O fato é que para os aliados de Brandão, essa tentativa de uma acordo sem êxito encerra de uma vez as especulações sobre uma reaproximação entre palacianos e dinistas. Agora é cada um buscar seus rumos para as eleições de outubro.

Claro que tanto dinistas quanto palacianos buscam manter o apoio do presidente Lula (PT) no Maranhão. E, para isso, buscam diálogos constantes com a direção nacional petista.

Por fim, pelo que o cenário aponta, ficará para o início de abril mesmo as definições de rumos com o prazo de desincompatibilização findado.




Tags: Política

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